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	<title>Cuidados com os Pets - Perguntas Frequentes | PetCare Responde</title>
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	<description>Rede de Hospitais 24h e Centros Veterinários</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Oct 2024 19:20:09 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Cuidados com os Pets - Perguntas Frequentes | PetCare Responde</title>
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		<title>Mastectomia em cadelas e gatas: quando é necessária?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 19:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vet Responde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produzido em parceria com a Dra. Paula Cava Rodrigues, médica veterinária no Setor de Oncologia do Pet Care. Você sabe para que serve e como funciona a mastectomia em cadelas e gatas? A cirurgia é o tratamento indicado para o câncer de mama, uma doença muito comum entre as fêmeas, especialmente as não castradas, mas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Produzido em parceria com a Dra. Paula Cava Rodrigues, médica veterinária no Setor de Oncologia do Pet Care.</strong></p>



<p>Você sabe para que serve e como funciona a <strong>mastectomia em cadelas e gatas</strong>? A cirurgia é o tratamento indicado para o câncer de mama, uma doença muito comum entre as fêmeas, especialmente as não castradas, mas que também pode afetar os machos.&nbsp;</p>



<p>O procedimento remove, de forma parcial ou completa, as glândulas mamárias afetadas e as que estão em risco, assim como os gânglios linfáticos sentinelas. Além de retirar o tumor, a operação coleta o material que será analisado para determinar o grau da doença e direcionar se esse procedimento é suficiente ou se será necessário iniciar um tratamento complementar.&nbsp;</p>



<p>Mas como saber que a mastectomia é necessária? Como funciona o procedimento e o período de recuperação? Para responder a essas e outras perguntas, conversamos com a Dra. Paula Rodrigues, médica veterinária especializada em <a href="https://petcare.com.br/especialidades/oncologia/">oncologia</a> do Pet Care.&nbsp;</p>



<p>Continue lendo e saiba mais!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando a mastectomia em cadelas e gatas é necessária?</strong></h2>



<p>A decisão de realizar a mastectomia vem do médico veterinário oncologista. Muitas vezes, o pet chega até esse especialista após passar por um atendimento ou exame de rotina em que foram identificadas formações na cadeia mamária.&nbsp;</p>



<p>No geral, a presença de bolinhas, caroços, ou pontos endurecidos na região já é um indicativo de que o procedimento pode ser necessário.</p>



<p>Em muitos casos, o próprio familiar identifica esses sinais em casa e leva o pet para uma avaliação mais minuciosa. Inclusive, uma das práticas recomendadas de prevenção do câncer de mama é a palpação regular, que pode ser feita rapidamente em 4 passos:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Aproveite momentos de carinho, com seu pet relaxado; </li>



<li>Observe as mamas e fique atento a inchaços, vermelhidão e secreções;</li>



<li>Apalpe gentilmente cada mama, pinçando com a ponta dos dedos e faça movimentos circulares suaves; </li>



<li>Sinta se há nódulos, caroços ou pontos endurecidos. </li>
</ol>



<p>Quando a necessidade de mastectomia é confirmada, alguns outros fatores são avaliados pela equipe médica:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A gente avalia o tamanho, a localização, se a formação é única ou não, se o pet é castrado ou não. Depois, entendemos se já é necessário partir para uma mastectomia ou se pode ser feita antes uma biópsia para entender se é uma formação benigna ou maligna.”</p>



<p><strong>Dra. Paula Rodrigues, médica veterinária oncologista.</strong></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é a importância do diagnóstico precoce?</strong></h2>



<p>A prevenção e o diagnóstico precoce são chaves para o sucesso no tratamento de diversas doenças, e isso inclui o câncer de mama. Aqui, é fundamental entender que os tumores mamários têm diferentes níveis de gravidade, especialmente em cadelas.&nbsp;</p>



<p>Já nas gatas, 90% dos tumores são malignos e exigem intervenções mais radicais, como a remoção de ambas as cadeias mamárias. Mas o que tudo isso tem a ver com o diagnóstico precoce?&nbsp;</p>



<p>Bem, quando o tumor é identificado cedo, fica mais fácil realizar uma avaliação correta da sua gravidade e extensão. Em alguns casos, isso é determinante para evitar o desenvolvimento de metástases (quando as células cancerígenas se espalham para outras partes do corpo).&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O diagnóstico, quando feito precocemente, permite que a gente pegue uma formação benigna, ou de baixa malignidade, e faça a mastectomia antes que o tumor fique mais agressivo ou inicie o processo de metástases.”</p>



<p><strong>Dra. Paula Rodrigues, médica veterinária oncologista.</strong></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é a importância do diagnóstico precoce?</strong></h2>



<p>A prevenção e o diagnóstico precoce são chaves para o sucesso no tratamento de diversas doenças, e isso inclui o câncer de mama. Aqui, é fundamental entender que os tumores mamários têm diferentes níveis de gravidade, especialmente em cadelas.&nbsp;</p>



<p>Já nas gatas, 90% dos tumores são malignos e exigem intervenções mais radicais, como a remoção de ambas as cadeias mamárias. Mas o que tudo isso tem a ver com o diagnóstico precoce?&nbsp;</p>



<p>Bem, quando o tumor é identificado cedo, fica mais fácil realizar uma avaliação correta da sua gravidade e extensão. Em alguns casos, isso é determinante para evitar o desenvolvimento de metástases (quando as células cancerígenas se espalham para outras partes do corpo).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O diagnóstico, quando feito precocemente, permite que a gente pegue uma formação benigna, ou de baixa malignidade, e faça a mastectomia antes que o tumor fique mais agressivo ou inicie o processo de metástases.”</p>



<p><strong>Dra. Paula Rodrigues, médica veterinária oncologista.</strong></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é o procedimento da mastectomia?</strong></h2>



<p>Não há dúvidas de que um diagnóstico de câncer de mama assusta e gera preocupação, mas é importante lembrar que as chances de cura são consideravelmente maiores quando há um diagnóstico precoce. Independentemente do caso, a mastectomia é sempre necessária.&nbsp;</p>



<p>Nesses momentos, contar com uma estrutura hospitalar veterinária de primeira faz a diferença. Com os recursos adequados, além de um diagnóstico preciso, o pet tem acesso a um procedimento seguro e qualificado. E, claro, é muito importante contar com <a href="https://petcare.com.br/produzido-em-parceria-com-a-dra-andrea-barbosa-e-a-dra-mariana-di-vincenzo-medicas-veterinarias-do-pet-care/">médicos veterinários especializados</a>.&nbsp;</p>



<p>A doutora Paula Rodrigues ressalta que as cadelas têm duas cadeias mamárias, com 5 pares de mamilos, já as gatas possuem 4 pares. Normalmente, a mastectomia é unilateral, ou seja, retira toda a cadeia mamária de um dos lados, indo do tórax ao abdômen. Mas dependendo do caso, pode ser necessário retirar dos dois lados. A cirurgia, contudo, não é tão invasiva quanto se pode imaginar.&nbsp;&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É uma cirurgia um pouco mais ampla, porém não tem invasão de cavidade.  É algo mais relacionado à musculatura e à pele mesmo.”</p>



<p><strong>Dra. Paula Rodrigues, médica veterinária oncologista.</strong></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é o pós-cirúrgico da mastectomia?</strong></h2>



<p>Cirurgia realizada, tumor removido e amostras enviadas para análise. Agora, qual é o próximo passo na recuperação do pet? Primeiro, vem a internação. O animal geralmente fica internado entre 24 e 48 horas, principalmente para monitoramento e controle de dor. <br>No Pet Care, contamos com uma estrutura completa para internação, com todos os <a href="https://petcare.com.br/cuidados-que-acalmam-praticas-do-pet-care-para-confortar-seu-pet-em-momentos-sensiveis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cuidados</a> necessários. Você pode conhecer mais no vídeo abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Você sabe como é uma internação veterinária?" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/aH29lr9Nmbc?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Quando o período de internação chega ao fim, se tudo correr bem, o pet é liberado para ir para a casa, onde a recuperação continua.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Normalmente o paciente fica com roupa cirúrgica e retorna ao hospital para fazer curativos. Aí, avaliamos se não teve nenhuma complicação da cirurgia, como acúmulo de líquidos, queda de algum pontinho ou sinal de infecção. A retirada dos pontos normalmente acontece de 14 a 20 dias após a cirurgia.”</p>



<p><strong>Dra. Paula Rodrigues, médica veterinária oncologista.</strong></p>
</blockquote>



<p>O tempo de recuperação coincide com o tempo para sair o resultado do exame histopatológico, que nada mais é do que a análise dos tecidos retirados durante a mastectomia. Com esse exame, o médico veterinário oncologista pode avaliar a real gravidade do caso e se há necessidade de iniciar um tratamento complementar, como a <a href="https://petcare.com.br/um-dos-possiveis-tratamentos-para-o-cancer-de-mama-e-a-quimioterapia-muitos-tutores-ficam-preocupados-quando-o-medico-veterinario-indica-esse-tratamento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">quimioterapia</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer para prevenir o risco de câncer de mama em pets?</strong></h2>



<p>Embora seja interessante compreender mais sobre a mastectomia, é fato que ninguém quer que chegue a esse ponto. Naturalmente, isso é algo que foge ao nosso controle total, mas existem práticas de prevenção e detecção precoce do câncer de mama que podem prolongar a vida do seu pet.&nbsp;</p>



<p>Uma delas é a palpação das mamas, que discutimos mais acima. Realizar o exame frequentemente é uma forma de monitorar a saúde das mamas, identificando de forma precoce qualquer sinal de problema. Embora isso não evite a doença em si, pode aumentar consideravelmente as chances de recuperação.&nbsp;</p>



<p>Outro ponto é investir em uma alimentação de qualidade, já que a <a href="https://petcare.com.br/riscos-da-obesidade-em-caes-e-gatos/">obesidade </a>é uma das causas de formação de tumor nas mamas dos pets. A orientação de um médico veterinário é fundamental para encontrar a melhor dieta para cada pet.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Castração como método preventivo</h3>



<p>Se você já buscou sobre o assunto, provavelmente leu sobre a castração como método preventivo para o câncer de mama. A questão é quando esse procedimento deve ser realizado. Até um tempinho atrás, a recomendação geral era castrar entre o primeiro e o segundo cio, de modo a diminuir drasticamente a chance de desenvolvimento do tumor.&nbsp;</p>



<p>Contudo, estudos mais recentes indicam que a castração, quando muito precoce, pode impactar outras áreas da saúde de alguns pets. Por exemplo, animais de grande porte, acima de 20 quilos, têm mais chance de desenvolver doenças osteoarticulares quando são castrados antes dos 18 meses.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Então, hoje a indicação para animais de pequeno porte é a castração após o primeiro cio. Já para animais de grande porte, ou seja, acima de 20 quilos, o ideal é esperar 18 a 24 meses.”</p>



<p><strong>Dra. Paula Rodrigues, médica veterinária oncologista.</strong></p>
</blockquote>



<p>Também é muito importante evitar uso de vacinas anti-cio. Esse tipo de medicamento altera a produção hormonal do pet e aumenta os riscos de câncer de mama. </p>



<p>A mastectomia em cadelas e gatas é a cirurgia que remove as mamas de forma total ou parcial para combater o câncer de mama. Realizar exames periódicos, tanto de palpação, quanto de imagem, é crucial para monitorar a saúde do pet, prevenir o tumor de mama e aumentar as chances de sucesso caso haja necessidade de tratamento cirúrgico.&nbsp;</p>



<p>Prevenção também é carinho. Não espere o problema aparecer para agir: <a href="https://petcare.com.br/agendamento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">agende uma consulta preventiva no Pet Care!</a></p>



<p><br></p>
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		<title>Viajar com Gatos &#8211; Dicas</title>
		<link>https://petcare.com.br/viajar-com-gatos-dicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2018 14:26:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento Gatos]]></category>
		<category><![CDATA[GATOS]]></category>
		<category><![CDATA[Vet Responde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem gatos sabe o quão estressante pode ser sair de casa com esses bichanos, e muitas perguntas surgem como: Posso deixar meu gato sozinho quando viajar? Quantos dias meu gato pode ficar sozinho? Como faço com a caixa de areia em uma viagem longa? Como deixar meu gato mais tranquilo? Usar ou não a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem gatos sabe o quão estressante pode ser sair de casa com esses bichanos, e muitas perguntas surgem como: <strong>Posso deixar meu gato sozinho quando viajar?</strong> Quantos dias meu gato pode ficar sozinho? <strong>Como faço com a caixa de areia em uma viagem longa?</strong> Como deixar meu gato mais tranquilo? <strong>Usar ou não a caixa de transporte?</strong> Qual remédio dar para meu gato dormir na viagem?  Muitas dúvidas surgem,  e por isso, nosso Médico Veterinário Marcelo Quinzani  deu várias <strong>dicas para quem vai viajar e quer levar seu gato junto</strong>,<strong> dicas para quem vai viajar e deixar o gato em casa</strong> incluindo <strong>check list para viagem com gatos!</strong></p>
<p style="font-weight: 400;text-align: left"><strong>VAI VIAJAR E DEIXAR O GATO EM CASA?</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10216 aligncenter" src="https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/12/viajar-e-deixar-gatos-em-casa-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></p>
<p style="font-weight: 400">Se o seu gato já é adulto, está acostumado com a sua casa e <strong>sua viagem durará no máximo 4 dias</strong>, ele pode ficar em casa sozinho, desde que você tome alguns cuidados&#8230;<br />
Ele é mais independente que o cão, tem hábitos mais tranquilos e rotina mais definida, podendo ficar sozinho sem grandes riscos.</p>
<p style="font-weight: 400">Fizemos um <strong>“check list” de alguns cuidados essenciais para o seu gato ficar sozinho e seguro em casa:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400">Somente gatos adultos podem ficar sozinhos;</li>
<li style="font-weight: 400">Colocar telas em todas janelas, sacadas e manter as portas seguramente fechadas; ( Gatos fazem coisas incríveis! Certifique-se que ele não conseguirá abrir, travas para crianças são boas opções!)</li>
<li style="font-weight: 400">Deixar o ambiente com luminosidade do sol (cortinas abertas) e ventilado;</li>
<li style="font-weight: 400">Restringir alguns ambientes mais perigosos como escadas, sacadas, locais com plantas e onde existem móveis que possam colocá-los em risco de queda, se enroscar debaixo, ou atrás deles, entre outros acidentes;</li>
<li style="font-weight: 400">Deixar um banheiro que atenda às necessidades dos gatos ( várias caixas de areia para poder fazer xixi e coco por 4 dias) e longe da comida;</li>
<li style="font-weight: 400">Água corrente e fresca: pode ser uma fonte de água.</li>
<li style="font-weight: 400">Ração colocada em <em>dispenser</em>: hoje existem vários produtos no mercado que liberam a ração fracionada e alguns liberam comida fresca (ração seca) em horários predefinidos;</li>
<li style="font-weight: 400">Uma caminha para dormir;</li>
<li style="font-weight: 400">Brinquedos para gatos que ele já goste e esteja acostumado;</li>
<li style="font-weight: 400">Retirar <strong>TODOS</strong> os fios das tomadas (eletrodomésticos, abajures, eletrônicos)</li>
<li style="font-weight: 400">Deixar uma luz acesa;</li>
<li style="font-weight: 400">Não deixar fios que possa se enroscar, como fios soltos de cortinas, linhas, etc;</li>
<li>Quem puder, instalar um circuito de câmeras em casa para observar a distância é maravilhoso;</li>
<li>Usar feromônio para gatos (pode espirrar, antes de sair, no sofá, na cortina, tapetes ou deixar um feromônio para gatos de tomada)</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;text-align: left"><strong>VAI VIAJAR E LEVAR O SEU GATO JUNTO?</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10219 aligncenter" src="https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/12/viajar-e-levar-o-gato-junto-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p style="font-weight: 400">Para viagens nacionais de carro tenha sempre junto a carteira de vacinas. Se for atravessar fronteiras de estados, tenha também um atestado de saúde emitido por um Médico Veterinário.</p>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400">&#8220;No carro o gato deve viajar dentro de uma caixa de transporte, segura, adequada ao seu tamanho e colocar sobre o banco do passageiro e preso no cinto de segurança. O ambiente dentro do carro deve estrar refrigerado ou fresco (escolher as horas mais frescas do dia para poder viajar) e o gato só pode sair da caixa quando chegar ao destino e estiver em um ambiente seguro. Não recomendamos retirar o gato para fora da caixa durante a viagem ou mesmo nas paradas para descanso. Ele pode se assustar e fugir.&#8221; afirma Dr Marcelo Quinzani.</p>
</blockquote>
<p style="font-weight: 400">Para deixá-lo mais calmo e tranquilo, o ideal é acostuma-lo a caixa de transporte, saia com ele dia sim dia não para ir a padaria, dar uma volta no quarteirão, para que no dia da viagem ele já esteja &#8220;acostumado&#8221;. A utilização de feromônios específicos para gatos também é indicado  para diminuir o estresse. <strong>Gatos muito agitados ou assustados</strong>, ou mesmo aqueles que ficam nauseados durante a viagem, podem precisar de medicamentos prescritos obrigatoriamente pelo seu Médico Veterinário de confiança. <strong>NÃO DÊ MEDICAMENTOS QUE ALGUÉM TE INDICOU OU QUE PESQUISOU NA INTERNET,</strong> cada caso é um caso e só o Médico Veterinário poderá prescrever o ideal para o seu gatinho.</p>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400">&#8220;Já atendemos casos no Pet Care onde tutores ministraram medicamentos e doses para acalmar e/ou diminuir a náusea, SEM prescrição, e a viagem não aconteceu, pois o gato ficou internado em nosso hospital!&#8221; Conta Marcelo</p>
</blockquote>
<p style="font-weight: 400">Para <strong>viagens nacionais de avião com gatos</strong>, deve-se fazer uma reserva na empresa aérea antes, pagar uma taxa e definir se irá no compartimento de cargas ou na cabine. Para esse tipo de viagem precisa também da carteira de vacinas válida e de um atestado de saúde emitido pelo Médico Veterinário. Para transportá-lo, deve-se acomodar dentro de um caixa de transporte indicada pela empresa aérea que dirá o tamanho e o tipo de caixa que deve ser usada. Para diminuir o estresse pode-se usar feromônios e acostumá-lo o a usar a caixa de transporte para gatos com antecedência.</p>
<p style="font-weight: 400">Para <strong>viagens internacionais com gatos</strong>, devemos seguir as exigências do país de destino. Existem exigências e limitações diferentes para os diversos países e essas regras devem ser seguidas. <strong>Para todos os países a vacinas [MQ1] de raiva é obrigatória e deve estar válida e não pode ser aplicada a menos de 30 dias antes da viagem</strong>. Para alguns países, a sorologia de raiva (exame de sangue) e quarentena são obrigatórias. Para outros países exigem-se outras vacinas e alguns exames de sangue&#8230;Tudo isso deve ser providenciado pelo médico veterinário. Quando a data da viagem estiver definida e todos os documentos estiverem prontos, então é hora de a<strong>gendar uma entrevista no Ministério da Agricultura (MAPA)</strong> para a emissão do <strong>documento final de viagem chamado CZI (Certificado Zoo sanitário Internacional)</strong> com validade de 5 a 10 dias dependendo do país que for viajar.</p>
<p style="font-weight: 400">Para que o gato sofra menos durante a viagem que pode durar de 8 a 24 horas (dependendo do país), recomendamos <strong>acostumar o gato na caixa de transporte, pelo menos 30 dias antes da viagem,</strong> fazendo dessa caixa o local de comer e de dormir. Dr Marcelo dá algumas dicas para facilitar esse processo:</p>
<p style="font-weight: 400">&#8220;Colocar petiscos dentro da caixa assim como usar feromônios ajuda a tornar atraente aos gatos e fazer com que se sinta seguro dentro dela. Uso de medicamentos para enjoos assim como calmantes só podem ser usados mediante avaliação do Médico Veterinário e com sua prescrição.&#8221;</p>
<p>Para viagens internacionais o melhor é utilizar uma consultoria, a <a href="https://www.instagram.com/petsabroad/?hl=pt-br">Pets Abroad</a> é uma das melhores do mercado, eles te ajudam em todo o processo , além de ser gerido pro um Médico Veterinário, o que proporciona mais segurança!</p>
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		<title>O QUE É A LEISHMANIOSE?</title>
		<link>https://petcare.com.br/o-que-e-a-leishmaniose-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2018 14:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CÃES]]></category>
		<category><![CDATA[Casos Clínicos]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidando do seu bichinho]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças e Casos Clínicos Cães]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Leishmaniose é uma doença gravíssima que acomete principalmente cães, gatos e humanos e está classificada como uma das seis endemias mais importantes no mundo todo, presente em toda região tropical e subtropical do planeta. Apesar disso, ela é desconhecida pela maioria das pessoas. Os números da doença – segundo o Ministério da Saúde – [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">A <strong>Leishmaniose é uma doença gravíssima</strong> que acomete principalmente cães, gatos e humanos e <strong>está classificada como uma das seis endemias mais importantes no mundo todo</strong>, presente em toda região tropical e subtropical do planeta. Apesar disso, ela é desconhecida pela maioria das pessoas.<span id="more-9102"></span></p>
<p style="text-align: justify">Os números da doença – segundo o Ministério da Saúde – revelam o impacto da doença no Brasil: <strong>90% dos casos da&nbsp;Leishmaniose&nbsp;Visceral Canina na América Latina acontecem no Brasil</strong> e segundo o mesmo estudo no período de 2009 a 2013, mais de 18 mil pessoas foram diagnosticadas com essa doença no Brasil. A doença vem ganhando a atenção de todos, pois os casos estão aumentando a cada ano e <strong>chegando cada vez mais próximos dos grandes centros urbanos como Belo Horizonte, Brasília e São Paulo.</strong></p>
<p style="text-align: justify">A&nbsp;Leishmaniose&nbsp;antes restrita a região norte, nordeste, centro oeste, Minas Gerais e interior de São Paulo, agora já se espalhou por quase todos os estados brasileiros, inclusive chegando a municípios da Grande São Paulo. O aquecimento global, a movimentação de pessoas e animais, aliado ao desconhecimento da doença e ação deficiente dos órgãos públicos de controle e prevenção são as principais causas da disseminação da patologia.</p>
<p style="text-align: justify">A transmissão da&nbsp;Leishmaniose acontece quando um mosquito, conhecido como&nbsp;“mosquito-palha” ou “mosquito pólvora” pica o cão ou outro animal silvestre infectado, passando a ter então o parasita dentro dele. Assim esse mosquito agora infectado ao picar novamente outros animais ou mesmo pessoas, passa a transmitir a doença.</p>
<p style="text-align: justify">Algumas pessoas ainda acreditam que o cão pode transmitir a doença diretamente para o humano, mas isso não é verdade. <strong>Mordidas, lambidas, arranhões e contato físico não passam leishmaniose de cães infectados para humanos.</strong> É necessário a presença do Mosquito picando os animais e as pessoas, para que possa haver a transmissão da doença.</p>
<p style="text-align: justify">Porém esse cão com a doença passa a ser um reservatório e um agente disseminador da Leishmaniose se for picado por mosquitos vetores. <strong>Saber se o seu cão tem a doença ou não e principalmente protege-lo da picada de mosquitos ou mesmo imuniza-lo com vacinas passa a ser a medida mais efetiva para o controle da Leishmaniose.</strong></p>
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		<title>DOENÇAS TRANSMITIDAS POR MOSQUITOS: Dirofilariose e Leishmaniose</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Feb 2018 15:41:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cuidando do seu bichinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gatos, assim como os cães não pegam Febre Amarela mas existem outras doenças graves que podem atingir o seu cão o gato através da picada de mosquitos e, com essas doenças você deve se preocupar!!! O mais importante é saber se o seu cão ou gato já tem essas doenças e isso pode ser feito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Gatos, assim como os cães não pegam Febre Amarela</strong> mas existem outras doenças graves que podem atingir o seu cão o gato <strong>através da picada de mosquitos </strong>e, com essas doenças você deve se preocupar!!!</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-9038"></span></p>
<p style="text-align: justify">O mais importante é saber se o seu cão ou gato já tem essas doenças e isso pode ser feito com exames de sangue. Se ele não tiver a doença (for negativo) você deve então tomar as medidas preventivas como uso de produtos e medicamentos que repelem a <strong>picada dos mosquitos </strong>ou mesmo que matam o parasita quando inoculado pela picada do mosquito.</p>
<p style="text-align: justify">No caso da <strong>Leishmaniose </strong>tem também a vacinação que vai ajudar a proteger o seu pet e sua família.</p>
<p style="text-align: justify">Essas duas doenças já acontecem também no Estado de São Paulo a nas cidades da grande São Paulo, também pela presença de matas, rios e lagoas onde esses mosquitos se proliferam.</p>
<p style="text-align: justify">As duas <strong>principais doenças transmitidas por mosquitos para os cães e gatos são a Leishmaniose e Dirofilariose</strong>, <strong>ambas muito graves e que pode levar o seu animal ao óbito.</strong></p>
<p style="text-align: justify">A <strong>Leishmaniose</strong> assim como a <strong>Febre Amarela</strong> também é transmitida para os humanos da mesma forma, ou seja,<strong> o cão não passa a Leishmaniose</strong>, mas sim o mosquito que pica o cão ou a pessoa. Hoje em dia o tratamento para <strong>Leishmanios</strong>e em cães é autorizado pelo Ministério da Agricultura e <strong>não precisamos mais fazer a eutanásia que era a indicação obrigatória em cães positivos até há alguns anos atrás.</strong> Mais do que o tratamento, o mais importante e prevenir a doença com controle do vetor (mosquito) e uso de medicação repelente em cães como o uso de pipetas e coleiras que impedem a picada do mosquito. <strong>A vacinação também é uma medida importante no controle da doença.</strong></p>
<p style="text-align: justify">Outra doença importante em cães é a <strong>Dirofilariose</strong>. Também conhecida como , a Dirofialriose é outra zoonose e também é transmitida pela picada de mosquitos. A maior parte dos casos está em cidades litorâneas, mas também pode ocorrer no interior do Estado de São Paulo. Podemos proteger os nossos cães com medicação que repele os mosquitos ou matam as formas imaturas do parasita quando inoculados no cão pela picada do inseto. O tratamento para o animal que já tem a doença existe, mas é muito caro e oferece riscos ao paciente durante o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify">Em todos os casos a <strong>prevenção é a medida mais eficiente e importante</strong> para o controle da doença e para proteger o seu cão e sua família..</p>
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		<title>COMO DAR COMPRIMIDO PARA MEU CÃO?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Feb 2018 18:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CÃES]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados com seu filhote]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dar medicamentos para um cão pode ser uma árdua – e às vezes impossível – tarefa. Infelizmente, um dia teremos que fazer isso e quanto antes condicionarmos o animal a ser manipulado e a abrir a boca, mais fácil poderá ser essa tarefa. A dica é: treine seu filhote! TREINE, TREINE E TREINE. Quanto mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dar medicamentos para um cão pode ser uma árdua – e às vezes impossível – tarefa. Infelizmente, um dia teremos que fazer isso e quanto antes condicionarmos o animal a ser manipulado e a abrir a boca, mais fácil poderá ser essa tarefa.<span id="more-9026"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A dica é: treine seu filhote! TREINE, TREINE E TREINE. Quanto mais praticar com seu filhote, mais fácil será para vocês dois o resto da vida! Por isso, é importante perder alguns minutos por dia com o seu filhote, manuseando-o e inspecionando-o para que ele se acostume a isso. Isso vale para escovar os dentes, limpar os ouvidos, cortar unhas ou mesmo fazer um exame de pele e pelo. Abrir a boca e fazer uma inspeção pode ajudar o seu cão a se acostumar e pode te ajudar no futuro se ele precisar ser medicado por via oral.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MAS</strong> se seu cão <strong>não é mais filhote e não aceita comprimidos muito bem</strong>, aqui vão nossas dicas PetCare:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/dica-remedio.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-9027" title="como dar remédio para cães" src="https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/dica-remedio.png" alt="" width="544" height="546" srcset="https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/dica-remedio.png 544w, https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/dica-remedio-480x482.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 544px, 100vw" /></a></p>
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<p style="text-align: justify;"><a href="https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/dicas.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-9029" title="dicas para dar remédio para cães" src="https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/dicas.png" alt="" width="526" height="613" srcset="https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/dicas.png 526w, https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/dicas-480x560.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 526px, 100vw" /></a></p>
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<p style="text-align: justify;">Há também guloseimas comerciais disponíveis feitas especificamente das os medicamentos, uma espécie de cápsula com um furinho no meio para o comprido entrar e elas são pegajosas o suficiente para dificultar que o cão separe o comprimido, enquanto come o petisco.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou? Conta pra gente como você faz com seu cachorro!</p>
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		<title>Microchip em cães e gatos, para que serve?</title>
		<link>https://petcare.com.br/microchip-em-caes-e-gatos-para-que-serve/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Feb 2018 16:18:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Colocar um microchip é rápido, indolor e não oferece risco algum ao animal. O Microchip é um minúsculo dispositivo eletrônico que armazena um código numérico único. Não se trata de um rastreador ou GPS, mas sim um “RG” do seu animal, com o qual ele possa ser identificado em diferentes situações. Os microchips são revestidos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Colocar um microchip é rápido, indolor e não oferece risco algum ao animal. O Microchip é um minúsculo dispositivo eletrônico que armazena um código numérico único. Não se trata de um rastreador ou GPS, mas sim um “RG” do seu animal, com o qual ele possa ser identificado em diferentes situações.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-8983"></span>Os microchips são revestidos por um polímero bio-compatível, portanto não quebram, nem migram sob a pele, oferecendo muito mais segurança ao animal. A aplicação é indolor, rápida e segura. O animal não precisa ser contido ou sedado. Por regra, é estabelecida a aplicação na nuca do animal sob a pele. Apesar do tamanho da agulha ser grande, normalmente os animais não reclamam e nem existe sangramento no local da aplicação.</p>
<p style="text-align: justify;">A identificação é feita em poucos segundos com o uso de uma leitora universal. As principais indicações de uso do microchip são:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Método de identificação rápido e seguro dos animais no atendimento das clínicas veterinárias que usam microchips e leitoras. Nesse caos o animal ao chegar a clínica pode ser identificado e com isso acessar todos os seus dados cadastrados nessa clínica.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Identificação de animais perdidos, desaparecidos ou roubados, se eles tiverem o microchip e se esse microchip for cadastrado nos bancos de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Obrigatório para viagens para a Comunidade Europeia e Japão, Taiwan, e outros países.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Identificação de ninhadas e comprovação de parentesco (para emissão do documento de pedigree). Esse caso o criador já implanta o microchip antes de vender os animais, funcionado como um comprovante de identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Rápido acesso a bancos de dados do animal e do proprietário quando cadastrados no banco de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">O Hospital Veterinário <strong>PetCare</strong> realiza aplicação do Microchip e possui o leitor universal que obedecem rigorosamente aos padrões internacionais ISO 11784/11785. Todo microchip tem um banco de dados próprio e existe também banco de dados mundial para cadastramentos de animais identificados eletronicamente. Nele é possível cadastrar, procurar animais perdidos e localizar os donos de animais encontrados. O cadastramento é simples e seguro e deve ser realizado pelo tutor ou responsável pelo animal. Nesse caso cobra-se uma anuidade para a abertura de cadastro e manutenção dos dados.</p>
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		<item>
		<title>Cães e Gatos precisam tomar a vacina de Febre Amarela?</title>
		<link>https://petcare.com.br/caes-e-gatos-precisam-tomar-a-vacina-de-febre-amarela/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 20:15:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Febre Amarela é o assunto do momento e é muito importante saber o que é e como essa doença é contraída. Uma dúvida frequente em nossos hospitais é sobre a Febre Amarela e canina e Febre Amarela felina e a pergunta que mais estamos ouvindo é: Tem vacina para cachorros e gatos? A febre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-8964" title="Cães e Gatos pegam Febre Amarela?" src="https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img_05022018_163008_0.jpg" alt="caes_e_gatos_precisam_tomar_vacina_de_febre_amarela" width="600" height="315" srcset="https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img_05022018_163008_0.jpg 600w, https://petcare.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img_05022018_163008_0-480x252.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 600px, 100vw" /></p>
<p>A Febre Amarela é o assunto do momento e é muito importante saber o que é e como essa doença é contraída. Uma dúvida frequente em nossos hospitais é sobre a <strong>Febre Amarela e canina e Febre Amarela felina</strong> e a pergunta que mais estamos ouvindo é: <strong>Tem vacina para cachorros e gatos</strong>?</p>
<p><span id="more-8963"></span></p>
<p>A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus e transmitida por mosquitos. É importante lembrar que não há transmissão direta da doença, sendo necessário o mosquito para que uma pessoa não imunizada (sem a vacina) adquira a doença.</p>
<p>Temos dois tipos de Febre Amarela: a silvestre e a urbana. Atualmente a <strong>febre amarela silvestre</strong> é que tem causado preocupação. Outra dúvida frequente é: <strong>como os macacos se contaminam com a Febre Amarela?</strong></p>
<p>O mosquito (<em>Haemagogus</em> e <em>Sabethes</em>) pica o macaco infectado e então fica apto a transmitir a doença para outros primatas, sendo o homem, um hospedeiro acidental. Estes mosquitos concentram-se mais nas regiões de mata, porém o <em>Aedes</em> também tem a capacidade de transmissão e encontra-se mais nas zonas urbanas.</p>
<p>Os cães e gatos não são hospedeiros nem intermediários, finais ou acidentais, pois o vírus tem a característica de utilizarem hospedeiros específicos para a sua reprodução e desenvolvimento.</p>
<p><strong>E o que isso quer dizer?</strong></p>
<p>Quer dizer que os mosquitos que transmitem a Febre Amarela só picam primatas, que são popularmente chamados de macacos, símios, lêmures e seres humanos. PORTANTO <strong>nossos pets estão a salvo da doença</strong> pois não fazem parte do grupo dos primatas. Então cães e gatos <strong>NÃO PRECISAM TOMAR A VACINA DE FEBRE AMARELA e NÃO CORREM O RISCO DE CONTRAIR A DOENÇA.</strong></p>
<p>De qualquer maneira, <strong>os mosquitos são responsáveis por transmitirem </strong>outras doenças aos cães, como a <strong>Dirofilariose e a Leishmaniose</strong>, ambas consideradas zoonoses e por isso a importância de utilizar repelentes adequados e específicos para animais e o controle com exames para saber se seu pet está a salvo dessas doenças.</p>
<p>No <strong>Pet Care</strong> você encontra profissionais extremamente capacitados e toda estrutura de exames para manter seu pet sempre saudável e feliz. Agende sua consulta na unidade mais próxima: <a href="https://petcare.com.br/hospital/unidades/">https://petcare.com.br/hospital/unidades/</a></p>
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		<title>É saudável dormir com animais de estimação na cama?</title>
		<link>https://petcare.com.br/e-saudavel-dormir-com-animais-de-estimacao-na-cama/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 17:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CÃES]]></category>
		<category><![CDATA[GATOS]]></category>
		<category><![CDATA[Vet Responde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Associação Americana de Produtos Pets, o hábito dos animais de estimação dividir a cama com seus donos não é incomum. De acordo com uma pesquisa recente, quase metade dos cães domiciliados dormem na mesma cama que seus donos. A pesquisa constatou que 62% dos cães de pequeno porte, 41% dos cães de médio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Segundo a <strong>Associação Americana de Produtos Pets</strong>, o hábito dos animais de estimação dividir a cama com seus donos não é incomum. De acordo com uma pesquisa recente, quase metade dos cães domiciliados dormem na mesma cama que seus donos. A pesquisa constatou que 62% dos cães de pequeno porte, 41% dos cães de médio porte e 32% dos cães de grande porte dormem na cama dos seus donos. A mesma pesquisa descobriu que 62% dos gatos dormem na cama dos adultos e 13% nas camas das crianças.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil, acreditamos que os números não sejam muito diferentes.</p>
<p style="text-align: justify">Dividir a cama é um hábito antigo que remonta o processo de evolução canina e de seu relacionamento com o homem. Se antigamente eles dormiam junto como forma de proteção e, principalmente, para se protegerem do frio, hoje esse hábito tem fatores psicológicos e comportamentais importantes para as duas espécies.</p>
<p style="text-align: justify">A cama do dono representa no universo canino o mais alto degrau na hierarquia da matilha e por isso é tão desejada e pode se permitido, tornar se um troféu conquistado e que dificilmente vai querer abandonar.</p>
<p style="text-align: justify">Já para os gatos representam uma extensão natural de seu território além de ser muito aconchegante.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #008080">É saudável dormir com animais de estimação?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify">Separamos respostas para algumas dúvidas frequentes. Confira:</p>
<p style="text-align: justify"><strong>1 &#8211; Animais podem dormir com os seus donos? Esse hábito é ruim?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Do ponto de vista psicológico, pode até ajudar as pessoas em relação à autoestima e segurança. Porém, dividir a cama com um animal de estimação pode atrapalhar a qualidade do sono, principalmente para pessoas que têm sono leve e dificuldades para dormir, pois estarão sempre preocupados em não machucar ou incomodar o seu pet. Pessoas casadas que dividem a mesma cama podem ter, nesse hábito, um motivo de discussão, principalmente se o hábito não for consenso. Outro problema encontrado é quando existem mais que um cão na mesma casa, por que isso implicaria em vários animais na mesma cama e, possivelmente, menos espaço e mais disputa territorial.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>2 &#8211; Quais doenças podem ser transmitidas?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Do ponto de vista de saúde e higiene, pode ser um hábito não aprovado pela maioria dos profissionais de saúde. Para pessoas alérgicas ou com asma, esse hábito é completamente contraindicado. Inclusive, o animal não deve dividir nem mesmo o mesmo quarto com o seu dono. Em relação às doenças, acredita-se que, em animais vacinados e com controle adequado de parasitas (ácaros, pulgas, carrapatos e piolhos) e de vermes intestinais (giardia, toxoplasmose para os gatos, tênias e outros vermes intestinais), não exista maior risco que dividir um sofá, o colo ou mesmo outras partes da casa.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>3 &#8211; Como fazer para evitar o risco de transmissão de doenças?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Vacinação regular, visita regulares ao médico veterinário, controle de parasitas (endoparasitas e ectoparasitas), banhos regulares, manter o pelo aparado, escovação diária dos dentes e lavar os patas depois dos passeios devem ser medidas adotadas nesses casos.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>4 &#8211; Em quais situações o hábito é contraindicado?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Não recomendamos esse hábito para pessoas sabidamente alérgicas, pessoas idosas e/ou imunossuprimidas, crianças e, principalmente, junto com bebês. Não podemos esquecer de que o lindo e gracioso filhotinho um dia vai ser tornar adulto e, no caso de raças grandes, vai ficar literalmente grande para dividir o mesmo espaço. Além disso, animais idosos podem não ter controle adequado de urina e fezes e, uma vez que foram acostumados a dividir a cama, isso pode se tornar na velhice um grande problema.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>5 &#8211; O hábito pode causar apego exagerado do animal ao dono ou outro problema psicológico?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Sim. Uma vez permitido dividir a cama com o seu dono, o cão passa a se considerar aceito junto ao líder da matilha e, nos casos de cães dominantes ou mais agressivos, isso pode vir a se tornar um problema com o dono, outras pessoas da família e outros animais da casa. É muito comum o cão dominante não deixar outra pessoa se aproximar da cama de seu dono e, muitas vezes, protege o local com latidos e mordidas. A partir de então, pode tornar se um grande problema colocar esse cão para dormir em outro local O mesmo acontece com os gatos: se colocados para fora da cama que estavam acostumados a dormir, podem desenvolver alteração de comportamento com hábitos de agressividade, destruição do ambiente (principalmente gatos) e demarcação de território.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>6 &#8211; Quais as consequências para o animalzinho?</strong></p>
<p style="text-align: justify">O animal vai adorar dormir na mesma cama do dono e vai se sentir literalmente o “dono da cama”. Caso seja impedido de manter esse privilégio, o seu comportamento pode tornar-se agressivo ou depressivo, iniciar automutilação, demarcação de território entre outros.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>7 &#8211; Quais devem ser os cuidados na hora de dormir para que ambos tenham uma boa noite de sono?</strong></p>
<p style="text-align: justify">A nossa recomendação é que cada um tenha a sua própria cama e que dividam o sofá ou outros momentos do dia e do convívio. Caso venham a dividir a mesma cama, ela deve ser grande e espaçosa e cada um deve ter o seu cobertor para um não atrapalhar o sono do outro.</p>
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		<title>Dieta vegetariana para cães e gatos: É possível? NÃO!</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 16:00:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas podem ter a ideia de estender o seu modo de vida aos cães ou gatos de estimação. Em outros casos, os donos são aconselhados a procurar uma alimentação mais saudável para os pets e acabam fornecendo uma dieta vegetariana a eles. Essa dieta tem algumas restrições aos cães e é proibida para os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas podem ter a ideia de estender o seu modo de vida aos cães ou gatos de estimação. Em outros casos, os donos são aconselhados a procurar uma alimentação mais saudável para os pets e acabam fornecendo uma dieta vegetariana a eles. Essa dieta tem algumas <strong>restrições aos cães</strong> e é <strong>proibida para os gatos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cães e os gatos pertencem à classe Mammalia e à <strong>ordem carnívor</strong><strong>a</strong>, ou seja, tiram a sua fonte de energia de proteína e gorduras proveniente de tecido animal, ou melhor: da “carne”. Os cães pertencem à superfamília Canídea e os gatos à superfamília Felídea. A evolução dessas espécies está ligada à domesticação que pode ter se iniciado entre 15 a 20 mil anos atrás, quando esses animais passaram a comer dietas similares a de seus donos, o homem, pois dividiam a caça e muitas vezes comiam restos de alimentos dos acampamentos do homem pré-histórico.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, quantidades significativas de carboidratos (sementes, frutas e cereais) foram introduzidas em suas dietas, porém os carboidratos não são essenciais na dieta dos cães e muito menos na dieta dos gatos. Essa evolução e adaptação foram muito mais intensas nos cães que passaram a se denominar <strong>onívoros</strong> (carnívoros parciais) e não aconteceu com os gatos que ainda se denominam essencialmente <strong>carnívoros</strong>. Mesmo após milhares de anos de domesticação, seu sistema enzimático digestivo é perfeitamente adaptado para digerir carne e muito ineficiente na digestão de amidos.</p>
<p style="text-align: justify;">A própria dentição dos gatos e cães, diferente da nossa, é adaptada para a caça e para triturar ossos e carnes com facilidade. Além disso, o sistema digestivo (intestinos) mais curto é adaptado à digestão de dietas ricas em proteínas. Cães e gatos na natureza costumavam se alimentar de pequenas caças, comendo os animais inteiros e muitas vezes já mortos em decomposição. Alimentavam-se de coelhos, ratos, aves e outras presas. Assim, podemos verificar que o consumo energético proveniente da caça é originado 43% da proteína, 55% da gordura e somente 2% dos carboidratos ingeridos.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma dieta rica em <strong>carboidratos</strong> leva a um aumento de consumo diário de alimento em comparação a uma dieta rica em <strong>proteína</strong> e <strong>gordura</strong>. O aumento do volume ingerido resulta em maior volume de fezes, aumenta a predisposição à torção gástrica nos cães, a uma menor palatabilidade e digestibilidade e aumenta a possibilidade de obesidade (devido ao aumento da produção de insulina, aumentando a deposição de gordura nas células).</p>
<p style="text-align: justify;">Uma dieta estritamente vegetariana nesses animais levaria a uma deficiência de arginina, lisina, metionina, triptofano, taurina, ferro, cálcio, zinco, vitamina A e algumas vitaminas do complexo B.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim sendo, não recomendamos em hipótese alguma uma dieta vegetariana para os gatos e, para cães, poderia ser recomendada com diversas restrições. Para alguns cães com problemas de intolerância alimentar ou alérgicos, podemos substituir a fonte de proteína de origem animal (carnes) por outra de origem vegetal ou com níveis adequados de proteína de outra fonte como ovos ou leite, sempre sob orientação do Médico Veterinário.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior causa de adoção da dieta vegetariana para os cães e gatos acontece principalmente como uma filosofia de vida que os donos acabam estendendo aos seus Pets do que por indicação médica devido à intolerância alimentar e/ou alergia. Assim, muitas vezes os vegetarianos desejam estender o seu modo de vida e alimentação também para os seus animais, desconhecendo as restrições fisiológicas e reais necessidades deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é mais um sinal da excessiva humanização que impomos aos nossos cães e gatos. Para aquelas pessoas ou famílias que não abrem mão da filosofia e modo de vida vegetariano, impondo-a a todos os moradores da casa, sugerimos que adotem coelhos, esquilos, chinchilas, peixes e pássaros que são fisiologicamente adaptados a essa dieta e não cães e gatos.</p>
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		<title>Grávidas podem ter contato com cães e gatos?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2014 15:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CÃES]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[GATOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para as mulheres que convivem com animais de estimação em casa, como cães e gatos, existe certa preocupação após descobrirem que estão grávidas: como será a relação com o pet durante os noves meses? E após o nascimento do bebê? O que pode prejudicar o desenvolvimento do feto? Essas e muitas outras dúvidas são comuns. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Para as mulheres que convivem com animais de estimação em casa, como cães e gatos, existe certa preocupação após descobrirem que estão grávidas: como será a relação com o pet durante os noves meses? E após o nascimento do bebê? O que pode prejudicar o desenvolvimento do feto?</p>
<p style="text-align: justify">Essas e muitas outras dúvidas são comuns. No entanto, não é motivo para mudanças drásticas! Ter um cão ou gato em casa só faz bem e gera energia positiva para toda a família. Geralmente eles pressentem a gravidez antes mesmo da pessoa saber que está grávida. Para saber se as gestantes podem ter contato com cães e gatos, acompanhe as informações abaixo:</p>
<p style="text-align: justify">Para esclarecer suas dúvidas, a resposta é: as gestantes podem, sim, conviver harmoniosamente com seu cão ou gato. Porém, é necessário colocar alguns cuidados em prática como, por exemplo, manter a casa limpa, livre de fezes e urina do animal e garantir a higienização das mãos com água e sabonete após contato direto com o pet.</p>
<p style="text-align: justify">Durante os nove meses, a toxoplasmose representa um perigo para o desenvolvimento do bebê, pois causa problemas de visão e hidrocefalia (excesso de líquido no cérebro) no feto. Ela está presente nas fezes de gatos. Para evitar a contaminação, indica-se que outro membro da casa cuide da limpeza nos espaços onde o felino fica.</p>
<p style="text-align: justify">Em casos, onde essa não seja uma opção, toda grávida deve limpar as fezes do seu gato com uma pazinha, proteger as mãos e lavá-las muito bem ao terminar. Além disso, a maneira mais comum de nos contaminarmos por toxoplasma é ingerindo verduras mal lavadas ou carne crua (ex: carpaccio, quibe cru etc.).</p>
<p style="text-align: justify">A vacinação em dia também é um ponto importante para que ele esteja 100% saudável e não traga nenhum risco para a mãe ou para a criança. Lembrando que esses são cuidados que a mulher deve ter no dia a dia com o animal, independente da gravidez.</p>
<p style="text-align: justify">As mudanças durante a gestação alteram o corpo, os hábitos e o humor da mulher. Além da adaptação e da convivência com o pai da criança, há também o bichinho de estimação que estará sempre à espera de atenção e carinho. O problema é que, em determinado momento, a grávida terá que mudar o seu dia a dia em relação ao cão ou gato da casa – e ele, claro, não saberá que essas mudanças estarão acontecendo.</p>
<p style="text-align: justify">Isso impõe que o animal comece a se adaptar o mais cedo possível com a nova rotina, primeiramente porque ele não pode se sujar muito ou trazer bactérias da rua; segundo porque na fase final da gravidez a mulher precisará da ajuda de terceiros para cuidar do pet; e terceiro: é preciso preparar o cão ou gato para a chegada do novo membro da família.</p>
<p style="text-align: justify">Após o parto, caso você opte em não manter seu animal de estimação perto do bebê, é preciso ensiná-lo a evitar determinados cantos da casa, como o quarto, ainda no período de gravidez. Em outras palavras, você deve limitar o espaço onde ele pode ir, mas isso deve ocorrer aos poucos para que ele não estranhe e tenha reações de estresse ou ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify">Seu pet também poderá ficar frustrado devido à falta de atenção após o nascimento da criança e isso é outra coisa que deve ser tratada, de maneira gradativa, durante a gravidez. Peça para outra pessoa passear com ele de vez em quando para que ele consiga de adaptar a sua falta de tempo.</p>
<p style="text-align: right"><em>Texto adaptado de <a href="http://engravida.com.br/blog/gravidas-podem-ter-contato-com-caes-e-gatos/" target="_blank" rel="noopener">Engravida</a></em></p>
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