Sondas de alimentação: quando devem ser usadas em seu animal?

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Sondas de alimentação: quando devem ser usadas em seu animal? 15 de dezembro de 2015

A falta de apetite é um sintoma comum em cachorros e gatos doentes, entretanto, quando esse sintoma se agrava e o animal para de comer totalmente, isso leva a piora do quadro e pode trazer graves consequências para sua recuperação. Com isso é necessário dar ao animal um suporte nutricional adequado por meio de sondas de alimentação. Essas sondas podem variar conforme cada tipo de caso. Os tipos mais utilizados estão listados abaixo:

– Sonda naso-gástrica ou naso-esofágica: este tipo de tubo é o mais simples de colocar, geralmente com sedação e anestésico local, mas tem uma limitação de volume e da consistência da comida porque, como o diâmetro da sonda é pequeno, ela deve ser bem liquida. Não tem indicação para longo prazo de uso, podendo ficar por 5 a 7 dias.

– Sonda esofágica: este tipo de tubo é maior do que um tubo naso-gástrico e entra no esôfago através de uma pequena incisão no pescoço. O gato ou o cachorro devem ser anestesiados para colocar este tipo de sonda. O diâmetro maior do tubo de alimentação permite que o volume seja maior e a consistência do alimento seja mais firme. Essas sondas podem ser mantidas por períodos maiores, até que o animal volte a sentir vontade de comer.

– Sonda gástrica: sonda colocada diretamente no estômago através de procedimento cirúrgico. Apesar da facilidade de colocar alimento nesse tipo de sonda, o risco de acidentes e infecções é maior e, por isso, tem sido pouco usado.

A sonda esofágica é o tipo mais utilizado na rotina clinica do Pet Care, principalmente em gatos que param de comer por mais de 3 dias. Quando recebe alta do hospital, o tutor do animal passa a alimentar e administrar todas as medicações através do tubo e isso facilita muito o tratamento e a recuperação do animal.

Geralmente, há poucas complicações com a alimentação por sonda, uma vez que o gato esteja estável. As complicações mais comuns incluem infecção no local da sonda, remoção do tubo pelo gato ou pelo proprietário e entupimento do tubo. Por esse motivo, o animal deve retornar periodicamente ao hospital para que veterinário instrua o tutor sobre como resolver quaisquer complicações ou problemas que possam surgir, além do acompanhamento da melhora clínica e quando a sonda já pode ser retirada.

Se seu animal parou de comer, procure ajuda veterinária o quanto antes, pois isso pode salvar a vida do seu cachorro ou gato.

Pet Care Sondas de alimentação em animais 2

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