Vacina para Gatos

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POR QUE VACINAR

As vacinas salvaram e continuam a salvar a vida de milhões de cães e gatos em todo o mundo. Antes do advento das vacinas muitos cães morriam de raiva, cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, e de complicações decorrentes dessas doenças. O mesmo pode se dizer dos gatos que morriam de raiva, complexo respiratório felino, panleucopenia e suas complicações. Hoje sabe se que uma parte da população caninas tem acompanhamento veterinário e participam dos programas de vacinação de filhotes e reforços anuais para as principais doenças. Essa ação, associada a cuidados médicos e nutricionais, fez com que a incidência dessas doenças diminuísse consideravelmente.

Com exceção da vacina Anti Rábica que é obrigatória e que deve ser repetida anualmente durante toda a vida do cão, existem hoje no mercado inúmeras vacinas que apesar de não obrigatórias são extremamente importantes e que podem fazer parte do esquema vacinal dependendo da orientação do seu médico veterinário. A mais conhecida delas é a Vacina Polivalente, popularmente conhecida como V8 ou V10 que protege contra as principais doenças que afetam os cães. São elas a Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Hepatite infecciosa Canina, Adenovirus tipo 2, Parainfluenza e Leptospiroses. Além dessa vacina temos também a vacina contra Tosse dos canis que protege contra a Bordetella bronchiseptica, a Vacina contra Giardiase Canina e a vacina contra Leishmaniose. Para os gatos existe a Vacina Quadrupla Felina que protege contra Rinotraqueite, Calicivirose, Panleucopenia e Camidiose dos felinos. Já a Quíntupla protege tambem da Leucemia felina.

Vacina em filhotes de gatos:

O esquema de vacinação deve ter início com os filhotes a partir de 40 dias de idade, com doses subsequentes de reforços escolhidos pelo Médico Veterinário de acordo com a avaliação do paciente, de onde ele mora e do estilo de vida futuro. Nos filhotes de gatos podemos distribuir as vacinas da seguinte forma:

  • Primeira dose: Com idade de 45 a 60 dias de vida os filhotes, já devem ter sido vermifugados e estar em boas condições de saúde. Nessa época recebe uma primeira dose da Quadrupla felina.
  • Segunda dose: Depois de um mês da primeira dose ele recebe a segunda dose Quadrupla Felina.
  • Terceira dose: Depois de mais um mês da segunda dose ela recebe a última dose da Quadrupla Felina e já pode receber também a Anti-rábica.
  • Reforço anual: Depois de um ano da última dose fazemos o reforço anual que consiste em uma dose de cada vacina que recebeu quando filhote, ou seja, se ele recebeu a Quadrupla felina e a Anti-rábica, vamos repetir essas duas vacinas (uma dose de cada) todo ano.

Para os gatos existe também a Vacina Quíntupla Felina que protege contra a Leucemia Felina e é recomendada para gatos que saem a rua ou que tem contato com gatos positivos para a Leucemia.

A vacinação vai fornecer uma resposta imune semelhante à de uma infecção natural e o tipo de resposta varia muito de uma vacina para outra. Vacinas de doenças virais tendem a fornecer uma boa proteção. Já vacinas de doenças causadas por bactérias, fungos e protozoários, conferem proteção moderada. Por isso muitas vezes vemos cães e gatos vacinados desenvolverem determinadas doenças, geralmente mais brandas e que não causam problemas graves, como a Tosse dos Canis (bordetella) e Giardíase, mesmo se vacinados. Já outras doenças como a Leptospirose, que é caudada por uma bactéria, a vacina protege por um período mais curto, e se entrar em contato com a bactéria, causar sérios problemas de saúde e muitas vezes a morte se ele não for vacinado corretamente.

Os cães e gatos adultos raramente vão desenvolver doenças virais, especialmente se foram vacinados e imunizados adequadamente quando filhotes e se mantiverem a vacinação anual, entretanto animais jovens podem vir a óbito se:

  • Não foram vacinados;
  • Não receberam as vacinas na idade adequada (por exemplo, quando vacinados muito jovens ainda na presença de anticorpos maternos);
  • Se não completaram o ciclo de vacinas de filhotes (receberam um número de doses inadequado);
  • Se eles não têm habilidade de desenvolver anticorpos em resposta às vacinas (falha imunológica);
  • Se as vacinas nos foram corretamente conservadas (refrigeradas);
  • Se eles receberam as vacinas com a saúde debilitada (doentes) e com isso também não produziram anticorpos adequadamente.

Esse filhote se sobreviver, pode se tornar um adulto não protegido. Outro fator importante no controle da disseminação da doença é a abrangência populacional, ou seja, quanto maior for o número de cães e gatos vacinados, menor o risco da doença se perpetuar naquela população.

Por isso o Pet Care reforça a importância de vacinar todos os filhotes de cães e gatos e de fazer o reforço anual para as principais doenças descritas acima. Somente o Médico Veterinário depois de avaliar o seu animal e de avaliar o estilo de vida deles e onde vivem, é que vai poder definir o protocolo vacinal adequado e recomendado.

Essa consulta e avaliação é principalmente importante nos filhotes. Um filhote antes de ser vacinado deve ser avaliado clinicamente (passar em consulta) e será vacinado somente se estiver saudável. Caso o filhote não esteja saudável ou não seja vermifugado, então esperamos alguns dias para ele estar bem e somente então ele iniciará o esquema vacinal de filhotes.

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