Problemas de saúde em cães e gatos no inverno

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Problemas de saúde em cães e gatos no inverno 18 de maio de 2016

O inverno não causa incômodo apenas nos humanos. Os animais também ficam mais susceptíveis a adquirirem algumas doenças nessa época do ano. As doenças respiratórias são as mais comuns em cães e gatos de todas as idades, enquanto os animais idosos costumam sofrer com problemas articulares como artroses, por exemplo.

Cães

Em cães, a Gripe Canina, também conhecida como “tosse dos canis”, é a doença respiratória mais frequente nos meses frios, mas pode ocorrer em qualquer época do ano. Ela é transmitida por vírus ou bactérias quando animais sadios entram em contato com cães doentes.

Os sintomas são parecidos com os sintomas da gripe humana: espirros, falta de apetite e tosse seca. Em casos mais graves, a gripe canina pode até evoluir para uma pneumonia. A prevenção da doença se faz por meio de vacinação. Existem dois tipos de vacinas disponíveis no mercado: a vacina por via intranasal (o líquido é instilado dentro das narinas do cão) ou a injetável (o líquido é injetado abaixo da pele do animal).

Gatos

Em gatos, a doença respiratória mais comum é a Rinotraqueíte. Ela é transmitida pelo vírus Herpesvírus Felino, que não é contagioso para os humanos. Geralmente, os gatos adquirem o vírus quando são filhotes e, uma vez que a doença é adquirida, 80% dos gatos tornam-se portadores dela pelo resto da vida.

Os gatos podem desenvolver os sinais da doença dependendo do seu sistema imunológico. Em casos de situações de estresses ou alguma outra doença debilitante, o animal pode desenvolver os sintomas da Rinotraqueíte. Os principais são: espirros, secreção nasal (catarro), secreção ocular, dificuldade para respirar e desidratação.

Alguns animais apresentam dermatite ao redor dos olhos, devido a quantidade de secreção de pus na região. O tratamento vai depender dos sintomas que animal apresenta, mas geralmente são usados antibióticos, colírios, soro, inalação e suporte nutricional adequado.

A prevenção é realizada por meio de vacinação, mas a desinfecção do ambiente e dos utensílios do gato doente (vasilhas de água e comida, cama e brinquedos) também é muito importante para evitar a transmissão para outros animais.

A doença é muito comum em lugares com grande concentração de animais, como abrigos de gatos, por exemplo.

Cães e gatos geriátricos

Cães e gatos geriátricos podem apresentar muitas doenças ortopédicas que afetam sua qualidade de vida. A doença mais comum é a Osteoartrose ou Artropatia Degenerativa (Artrose), que acomete animais que têm problemas articulares como hérnias de discos e displasia coxofemoral, além dos problemas articulares em joelhos, cotovelos e ombros.

Os animais com esse tipo de doença podem se mostrar relutantes a andar, se levantar, brincar, correr ou subir no sofá e escadas. Ficam mais quietos, perdem o apetite devido a dor e apresentam maior dificuldade para urinar e defecar. Em dias mais frios e úmidos, os sinais clínicos costumam piorar.

A artrose é uma doença crônica e, mesmo com tratamento, não apresenta cura – e sim o controle dos sintomas, principalmente controle da dor. Além do uso de analgésicos e anti-inflamatórios (prescritos apenas pelo médico veterinário, dependendo de cada caso), outros tipos de tratamento alternativos como acupuntura e fisioterapia ajudam no controle da dor.

Tratamento com Células-Tronco

Um novo tratamento que está sendo muito efetivo para animais com artrose é o Tratamento com Células-Tronco em que um material gorduroso (doado por outros animais sadios) se transforma em células-tronco viáveis para serem utilizadas em animais com artrose. O procedimento é realizado em laboratório. Esse material é injetado na articulação acometida e notam-se ótimos resultados com relação a dor crônica do animal.

Esse tipo de tratamento já é realizado no Pet Care. O animal deve passar em avaliação e exames para descartar possíveis doenças que possam atrapalhar os efeitos das células tronco nas articulações. Uma vez que animal esteja apto para tal tratamento, o médico veterinário responsável vai estipular o número e os intervalos das injeções, dependendo de cada caso. Já estamos acompanhando alguns animais que fizeram este tratamento e os resultados são muito favoráveis.

Leia mais: Células-tronco aumentam qualidade de vida dos cães.

Não devemos nos esquecer de que no frio os animais precisam de outros cuidados para não ficar doentes como, por exemplo, evitar passeios em horários do dia em que a temperatura está mais baixa, evitar banhos muito frequentes, entre outros.

Além disso, todo cão e gato deve ter uma casinha, canil ou abrigo durante o inverno. Uso de roupas, caminhas e cobertores ajudam para eles não sintam muito frio. Animais que dormem desabrigados estão mais susceptíveis a adquirirem essas doenças de inverno.

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