Cães de rua ou abandonados: o que podemos fazer para diminuir esse problema?

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Cães de rua ou abandonados: o que podemos fazer para diminuir esse problema? 18 de agosto de 2014

Um problema recorrente nas cidades é a presença de cães abandonados, perdidos ou mesmo que vivem nas ruas, sujeitos a todo risco de doenças, acidentes e maus tratos.

O nosso maior trabalho é conscientizar as pessoas para a posse responsável e para o controle de natalidade de nossos cães e gatos. Crias (ninhadas) indesejadas ou não programadas tem tudo para aumentar a população de cães abandonados e todas as suas consequências.

Devemos evitar a compra e adoção de cães e gatos por impulso ou modismos, sabendo que esses animais viverão em torno de 12 a 18 anos e que serão sempre dependentes de nossos cuidados.

Evitar sempre de presentear as pessoas com filhotes ou animais de qualquer espécie, pois esse “presente” pode, no futuro, se tornar um problema e seguir para a fila de animais abandonados ou que sofrem maus tratos.

Quais atitudes podem contribuir para diminuir esse problema?

– Nunca presentear crianças, e mesmo adultos, com animais de estimação, a não ser que seja um presente de comum acordo.

– Toda adoção ou compra deve ser avaliada. Nunca faça por impulso ou modismo. Esse animal de estimação depende única e exclusivamente de seus cuidados, desde alimentação, passeios e até cuidados médicos.

– Se for adotar um animal, dê preferência para cães e gatos abandonados ou provenientes de instituições que cuidam desses animais.

– Castrar todo animal, macho ou fêmea, que não sejam para fins específicos de reprodução.

– Fazer as vacinas e cuidados recomendados pelos veterinários, além das visitas periódicas, sempre procurando bem estar e qualidade de vida e respeitando as particularidades de cada espécie, seja no espaço recomendado para suas atividades, alimentação e manejo e até níveis de socialização e convivência com outras espécies.

– Nunca abandonar ou desistir desse animal, mesmo que ele não corresponda a suas expectativas. Por isso, toda adoção tem que ser estudada e planejada nos mínimos detalhes com auxílio de pessoal qualificado e que entende do assunto.

– Participar de campanhas de conscientização e de ajuda às ONGs e instituições que acolhem e cuidam desses animais abandonados. Todos, sem exceção, precisam de nossa ajuda e de nossa divulgação desse trabalho e de suas causas.

– Nunca empurrar o problema com a “barriga”. Ao retirar um animal de rua ou ao acolher um animal doente ou abandonado, lembre-se de que você, nesse momento, se torna responsável por ele e por seus cuidados. Infelizmente, não existem instituições públicas e gratuitas que fazem o trabalho de acolher e cuidar desses animais. O Médico Veterinário não tem como acolher esses animais em suas clínicas e as ONGs estão trabalhando acima do seu limite, quer seja de espaço quer seja financeiro.

Esse é um problema de resolução em longo prazo e infelizmente não temos muito com quem contar. Quem gosta e respeita os animais, deve divulgar as medidas de controle de natalidade e de posse consciente, pois quem não gosta de animais, normalmente, não enxerga esse problema e inclusive trabalha contra o nosso trabalho.

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