Os piolhos são insetos que acometem tanto o homem quanto os animais domésticos, porém eles são espécie específico, ou seja, o piolho de cão não afeta o homem e o piolho do homem não afeta a cão. Assim, cada espécie tem o seu “piolho”.

Embora eles se proliferem rapidamente, eles não sobrevivem mais do que alguns dias no ambiente longe do hospedeiro, sendo transmitido sempre por contato direto, animal para animal ou então pelas escovas, roupas, camas, cobertores etc.

Existem duas espécies que parasitam o cão e gato. Uma se alimenta de sangue (pica a pele do animal) e a outra se alimenta de restos celulares como a seborreia e a “caspa”, mas ambos causam irritação, coceira e desconforto ao animal.

O animal com piolho passa a apresentar um cheiro (odor) característico, parecido com cheiro de rato e muita coceira e seborreia, podendo algumas animais apresentarem reações alérgicas intensas com feridas e mutilações.

Como eles são transmitidos de animal para animal é muito comum em filhotes (ninhadas) ou animal de canil ou de rua, que vivem aglomerados e sem cuidados básicos de higiene e controle de parasitas.

Eles são relativamente grandes (maiores que uma pulga) e assim é de fácil identificação e diagnóstico. Eles tem uma coloração amarelada e transparente e andam pelo corpo e pelo do animal com relativa lentidão se comparado a pulga.

O tratamento incluí banhos com xampus especiais, medicamentos veterinários (como os que controlam pulgas e carrapatos) e manejo do ambiente eliminando todos os objetos possivelmente contaminados como cama, cobertores,roupas etc.

Na semana passada atendemos um filhotinho SRD adotado em canil que estava com uma intensa infestação de piolhos sem outras complicações.

Ele recebeu o tratamento indicado e já esta bem.  Veja a foto e filme dos piolhos antes do tratamento.

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