A leishmaniose visceral, doença causada por parasita transmitido ao homem pela picada de mosquitos (especificamente, flebotomíneos), se espalhou pelo estado de São Paulo e avança para a capital.

Texto extraído de Folha de São Paulo

Por Cláudia Collucci

Apesar de o número de casos estar em queda no país como um todo, a preocupação é que a doença atinja um número cada vez maior de municípios paulistas.

Araçatuba e Birigui, no oeste do estado, foram as primeiras cidades a notificar casos autóctones em 1999. Em 2017, 97 municípios (15% do total) já tinham registros. No acumulado em 18 anos, são quase 3.000 casos.

Um estudo inédito sobre a dispersão territorial da doença no estado de São Paulo mostra que a leishmaniose visceral se espalha por municípios paulistas margeando rodovias principais e radiais e que avançará para a capital, como ocorreu em Belo Horizonte (MG), Natal (RN) e Campo Grande (MS).

A maioria das pessoas infectadas não desenvolve a leishmaniose visceral. Mas quando não tratada a tempo, ela mata em 90% dos casos.

“A doença fatalmente chegará a capital. Do ponto de vista epidemiológico, é a crônica de uma morte anunciada. Quando olhamos a dispersão dos casos, eles vão na direção certinha de São Paulo. É só uma questão de tempo.” Afirma o infectologista Luiz Euribel Prestes Careniro, orientador da pesquisa.

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