Cães e crianças parecem ter sido feitas um para o outro. Na inocência, no desprendimento, na lealdade e na forma como simplificam a vida….

Veja o caso de Luisa e Johnny. A família sempre teve cães e o contato com as crianças acontecem de forma natural e sem traumas. É lógico que a raça e o temperamento do cão influenciam e muito nesse relacionamento, mas a forma como estabelecemos as regras e o respeito as limitações do animal e da criança são fundamentais para transmitir segurança a ambos.

Mas nem sempre é assim. Saber qual a idade certa para ter um cão e bom senso na escolha da raça é fundamental para evitar acidentes e traumas.

Geralmente, como no caso da Luisa e do Johnny, o cão já esta em casa e já é adulto quando o bebe nasce. Nesse caso recomendamos que a criança seja apresentada ao cão desde o nascimento (visualização apenas e depois contatos físico assistidos) para que o cão entenda que ela faz parte do grupo e que não oferece risco a família e ao cão (perda do lugar hierárquico dele). Os primeiros anos são os mais complicados pois a criança pode machucar o cão e vice versa, mesmo nas brincadeiras, pois ainda agem por impulso e sem responsabilidade. Já a partir de 5 a 7 anos de idade a criança já entende os limites e age com mais cuidado, assim os acidentes são mais raros.

Nessa época, se for adotar um cão, recomendamos cães de acordo com o espaço disponível. Cães menores para apartamentos e cães maiores para casa com quintais, lembrando sempre de optar por raças de companhia ou seja mais dóceis.



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